quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Saiu de casa naquela tarde meio sem vontade, deixando o relógio de pulso não porque quisera, mas porque realmente o esquecera. Para que, pensou então, me preocupar com o tempo? Nunca confiei nele e nem estou certa de que ele realmente existe.

Saiu de casa naquela tarde com uma convicção. E por pouco não encontrou a vida.

Mas ela continuará tentando.

1 Comentário(s):

Tê disse...

=)